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terça-feira, 16 de junho de 2020

Nova Postagem no Espaço Geografia dos Cuidados: Construindo um cenário

Construindo o Cenário: 
O colecionador de botões e a menina que gostava de mapas remendados

Essa é a nova postagem do Espaço Geografia dos Cuidados. 
Acessem clicando na imagem abaixo.

 https://geocuidados.blogspot.com/2020/06/construindo-o-cenario-o-colecionador-de.html

terça-feira, 14 de maio de 2019

Atividades de visão frontal, visão oblíqua e visão vertical.

Atividades propostas pelo Professor Bernardo Marques Werneck e realizadas pelos estudantes do sexto ano da Escola Estadual Mannarino Luigi, da cidade de Mar de Espanha, Minas Gerais.
















sábado, 15 de setembro de 2018

sábado, 11 de agosto de 2018

Produção Coletiva de Cenário - Cartografia com Crianças

Nessa semana, tivemos a primeira aula da disciplina de Cartografia com Crianças e Escolares, do curso de Pedagogia da UFJF. Para iniciarmos o semestre, fizemos uma leitura dos trechos iniciais do livro "O colecionador de botões e a menina que gostava de mapas remendados" e construímos, coletivamente, um cenário a partir da narrativa. O trabalho com cenários é muito importante no processo de Alfabetização Cartográfica porque possibilita que as crianças reflitam sobre o espaço, a partir da visão frontal. O cenário é uma criação em duas dimensões - base e altura - e permite muitas possibilidades de atividades, inclusive a partir de histórias e literatura, pois podemos criar infinitos ambientes.  


"Essa história poderia começar como muitas outras histórias, não com um 'era uma vez', mas com um 'era uma pequena cidade, que ficava situada no interior de um país', mas devido as contações que irão acontecer aqui, isso não será possível, por isso ela começa de uma praça e de ruas tortas. De uma grande praça no centro!"




segunda-feira, 11 de junho de 2018

Legendas e Cartas Enigmáticas

O curso de formação e extensão desenvolvido com as professoras e os professores da rede municipal de Juiz de Fora tem levado a muitas atividades envolvendo a Cartografia com as Crianças. Agradecemos os envios e as possibilidades de compartilhar os trabalhos com todos. 

Trabalho desenvolvido na SE - Juiz de Fora/MG, Setor de creches. DEI/SC. Desenvolvimento para Formação de Professores (2018):






Trabalho desenvolvido na E. M. Lions Centro
Professora Patrícia de Souza Silva
Cenário do livro A dona onça e as onze patinhas
Alunos de 4 e 5 anos:

Trabalho desenvolvido na E.M. Presidente Tancredo Neves
Professora regente Vanessa Novais
Bidocente: Bruna Ferraz
5o ano B

Criação de Cartas Enigmáticas









Medição da altura dos alunos e dos móveis







domingo, 20 de maio de 2018

O trabalho com a maquete - A lenda das Cataratas


A lenda da Vitória Régia


Diz a lenda que, no começo do mundo, a Lua era um deus que sempre se escondia por trás das serras para namorar as jovens mais lindas das aldeias indígenas. A lenda diz também que, quando a Lua se enamorava, transformava a jovem por quem estava apaixonada em estrela e a levava para junto dela, no céu.


Em uma aldeia havia uma jovem guerreira chamada Naiá, muita linda, que se apaixonou pela Lua e sonhava em ir com ela para o céu. Todas as noites, enquanto seu povo dormia, Naiá subia as colinas esperando pela Lua, na esperança de virar estrela e seguir com ela para o céu. Mas a Lua parecia não notar a paixão de Naiá, que virou obsessão.


A obsessão de Naiá era tanta que chegou a um ponto em que a jovem não queria nem comer nem beber mais nada, só admirar a Lua. À noite, Naiá saía pela floresta soluçando e clamando pelo amor do deus Lua. Em uma dessas noites, Naiá viu a Lua refletida nas águas de um lago e pensou que era o próprio deus que se banhava ali, bem perto dos seus olhos.


Emocionada, Naiá jogou-se no lago, na direção em que via sua paixão, e não mais voltou. Comovido por tanto amor, o deus Lua recompensou Naiá, transformando-a em uma estrela diferente: Naiá virou uma linda vitória-régia, a “estrela das águas”, cujas lindas flores são brancas durante a noite e tornam-se rosadas com o nascer do dia.


A partir da narrativa da história, foi montada uma maquete. Uma forma de registrar o espaço em 3 dimensões. A partir da maquete trabalhamos com sua planificação, na visão frontal, oblíqua e vertical. 





Outras histórias que também trabalhamos


LENDA DAS CATARATAS


Conta-se que os índios Caigangues, habitantes das margens do Rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'Boy, um deus que tinha a forma de serpente e era filho de Tupã. Igobi, o cacique dessa tribo, tinha uma filha chamada Naipi, tão bonita que as águas do rio paravam quando a jovem nelas se mirava.
Devido à sua beleza, Naipi era consagrada ao deus M'Boy, passando a viver somente para o seu culto. Havia, porém, entre os Caigangues, um jovem guerreiro chamado Tarobá que, ao ver Naipi, por ela se apaixonou.
No dia da festa de consagração da bela índia, enquanto o cacique e o pajé bebiam cauim (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros dançavam, Tarobá aproveitou e fugiu com a linda Naipi numa canoa rio abaixo, arrastada pela correnteza.
Quando M'Boy percebeu a fuga de Naipi e Tarobá, ficou furioso. Penetrou então as entranhas da terra e, retorcendo o seu corpo, produziu uma enorme fenda, onde se formou a gigantesca catarata.
Envolvidos pelas águas, a canoa e os fugitivos caíram de grande altura, desaparecendo para sempre. Diz a lenda que Naipi foi transformada em uma das rochas centrais das cataratas, perpetuamente fustigada pelas águas revoltas.
Tarobá foi convertido em uma palmeira situada à beira de um abismo, inclinada sobre a garganta do rio. Debaixo dessa palmeira acha-se a entrada de uma gruta sob a Garganta do Diabo onde o monstro vingativo vigia eternamente as duas vítimas.


fonte: http://www.cataratasdoiguacu.com.br/parque-nacional-do-iguacu/lenda-das-cataratas




LIVRO: GEOGRAFIA DA INFÂNCIA: ESPACIALIZAÇÕES DA VIDA

Em 2018, o Grupo de Pesquisas e Estudos em Geografia da Infância (GRUPEGI/UFF/UFJF), sob coordenação do professor Jader Janer Moreira Lopes,...